quinta-feira, dezembro 21, 2006

Sem rosto

A ausência desnaturada não tem mais licença para pedir desculpas.
Alternativas de sorrisos, leituras e sentidos implícitos: meros decors.
O real.
Aqui, ontem e hoje para amanhã (ou não fosse o velho tempo ser chamado à discussão).
Ainda assim, acredito na beleza dos bons dias.
Acredito no correr destes pensares em partilha.
Velocidades intercaladas de acontecimentos, episódios, o que seja. E um suspenso.
Silêncio.
Em modo conforto. Em modo alta definição.